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A Governança Corporativa e o Mercado de Capitais

Em sua 16ª edição, estudo do ACI Institute Brasil mostra a evolução da governança corporativa nas empresas abertas.

ilustração de um vaso de plantas sendo regado

04 de janeiro de 2022


O ambiente de negócios vive um momento de transformação. Com o avanço da vacinação e a rotina voltando a algo próximo do normal, surgem novos desafios: desde o retorno aos escritórios, passando por ajustes nos processos, até o rastreamento de fornecedores. As perspectivas do cenário pós-pandêmico evidenciam uma nova agenda que chama a atenção para assuntos como a pressão por um alinhamento entre lucro e propósito corporativo, a importância da cultura organizacional e o engajamento com os pilares ESG.

Em sua 16ª edição, o estudo A Governança Corporativa e o Mercado de Capitais, elaborado pelo ACI Institute Brasil em conjunto com o Board Leadership Center da KPMG, acompanha a evolução de diferentes indicadores, como o avanço da inclusão e diversidade nos Conselhos, o aumento na porcentagem de conselheiros independentes, a ligeira diminuição dos membros executivos nos Conselhos de Administração, entre outras questões. As informações são provenientes da análise dos formulários de referência das companhias.  

De acordo com os dados da recente publicação, a porcentagem de conselheiros independentes nos Conselhos de Administração (CA) é a maior registrada desde que o material começou a ser publicado. Se em 2011 os membros independentes representavam 20% da composição do CA, neste último levantamento eles já são 39%. Cresce, também, o número de companhias que divulgam avaliar o desempenho do Conselho, de forma colegiada, e de seus conselheiros, individualmente. Em 2020 as porcentagens eram, respectivamente, 45% e 30%. Este ano, ambas subiram: 59% avaliam o desempenho do órgão e 48% avaliam seus membros de forma individual.

Em um ambiente de negócios cada vez mais complexo, combinado à transformação digital, à segurança cibernética e à mudança de comportamento dos consumidores, o avanço das empresas dependerá da evolução de suas práticas de governança corporativa – essencial para acompanhar a jornada de resiliência das organizações no enfrentamento aos inúmeros desafios atuais.

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