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A rentabilidade do setor elétrico brasileiro

Estudo da KPMG em parceria com o Instituto Acende Brasil estima o Valor Econômico Agregado (EVA) do setor elétrico entre 2017 e 2020.

imagem de uma ponte vista do alto

13 de dezembro de 2021


Apesar da perda de valor acumulada no intervalo de 2017 a 2020, o setor elétrico brasileiro caminha para um cenário de equilíbrio entre os retornos sobre o capital e os custos de capital. Esse é um dos principais resultados do estudo Valor Econômico Agregado (EVA) do setor elétrico, publicado pela KPMG em parceria com o Instituto Acende Brasil.

Em sua 4ª edição, a publicação contribui para medir a rentabilidade do setor elétrico brasileiro, a partir de uma metodologia de cálculo do Valor Econômico Agregado (EVA), estimado em três parâmetros básicos: o retorno sobre o capital obtido em investimentos; o custo de capital para esses investimentos; e o capital investido.

Segundo o estudo, o EVA do setor elétrico brasileiro registrou saldo negativo de 2017 a 2019, e positivo em 2020. O EVA acumulado negativo foi de R$ 46,9 bilhões. O capital investido pelo total de 47 organizações analisadas, entretanto, apresentou um crescimento médio ponderado de 10,5% no mesmo período.

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