Você não tem permissão para ver essa notícia

Em busca de soluções para o planeta

Estudo do Distrito analisa tendências das Deep Techs, startups dedicadas às chamadas tecnologias profundas

distrito tech report

25 de novembro de 2021


Diferentes das startups que criam soluções a partir de tecnologias existentes, as Deep Techs lidam com problemas atuais e complexos, dedicando-se ao desenvolvimento de produtos baseados em descobertas científicas – em áreas como biotecnologia, blockchain, nanotecnologia, drones e robótica.

As tendências dessas startups, o modo como elas atuam, como moldam os negócios e lidam com a sociedade em que estão inseridas são analisados no estudo Deep Tech Report 2021 – Um olhar sobre o ecossistema de inovação e novas tecnologias, realizado pelo Distrito.

De acordo com o estudo, a proposta das Deep Techs é encarar os desafios associados à desigualdade social, ao meio ambiente e à cultura – muito mais do que se concentrar apenas em um viés mercadológico.

A análise do Distrito explora como a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas (IoT), a biotecnologia, a computação quântica e outros avanços estão impactando o mercado e impulsionando investimentos para mudanças importantes em praticamente todos os setores da economia e da sociedade.

Segundo Marcio Kanamaru, sócio-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da KPMG no Brasil, as Deep Techs, por seu caráter transformador, carregam o potencial de mudar o que fazem e o modo como fazem. “É intrínseco às Deep Techs abordar soluções para o planeta”, resumiu.

Para ele, o País tem um grande potencial nessa área. “Não podemos perder a oportunidade de participar de uma das prováveis maiores revoluções deste século, que impactará de forma relevante o ecossistema de inovação aberta para a prospecção de novas tecnologias”, destacou.

Clique aqui e acesse o estudo completo.

()