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Novo cenário para a auditoria interna

Estudo analisa a adaptação de auditores internos aos perfis de risco em transformação.

imagem de um notebook sobre a mesa

30 de novembro de 2021


Os impactos da transição das atividades presenciais para o modelo digital foram sentidos por diversos setores empresariais. Com isso, os aspectos relacionados à gestão de risco precisaram ser repensados e priorizados pelas organizações. Mas o que o setor de auditoria pode fazer para se adaptar a esse novo cenário?

Para responder a essa e a outras perguntas, a KPMG no Brasil, em conjunto com o ACI Institute Brasil e o KPMG Board Leadership Center dos Estados Unidos, elaborou o estudo “Como os auditores internos estão se adaptando aos perfis de risco em transformação”, que analisou pesquisas e debates entre membros de Comitês de Auditoria e auditores internos para destacar os aspectos que devem estar no radar dos executivos nessa nova realidade.

A publicação tem o objetivo de auxiliar o profissional de auditoria interna a identificar os oito pontos prioritários na gestão de risco, para que possa gerenciá-los da melhor forma possível, sem perder a flexibilidade e o dinamismo necessários na área.

O estudo aponta que, apesar de os auditores terem se adaptado bem a essa mudança, ainda existe dificuldade para identificar pontos prejudiciais à reputação, à estratégia e aos processos operacionais da empresa.

Outro aspecto de destaque é a reflexão sobre como os pilares ESG estão impulsionando transformações sem precedentes, incluindo a mudança de posicionamento de stakeholders em relação ao desempenho corporativo, à supervisão e à divulgação dos riscos ESG.

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