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Retorno aos escritórios será maior em 2022

A 6ª edição da pesquisa realizada pela KPMG acompanha as estimativas.

mulher negra usando mascara de proteção está na mesa atras de notebook

04 de outubro de 2021


O avanço da vacinação trouxe otimismo para o mercado brasileiro, no entanto, as empresas seguem divididas sobre quando é o melhor momento para retornar aos escritórios.

A pesquisa Covid-19: Como será o seu retorno aos escritórios, produzida pela KPMG, chega à sua 6ª edição e compilou dados de todo o país para construir um panorama preciso sobre a retomada. Metade das empresas entrevistadas, 52%, estima a volta ao trabalho presencial durante segundo semestre de 2021, no entanto, a outra metade prevê a volta para 2022, 40% no primeiro semestre, e 8% planejam voltar apenas no segundo semestre de 2022.

“A nova edição da nossa pesquisa evidencia que ainda há um ambiente de insegurança dos executivos para o retorno pleno dos profissionais aos escritórios. Algumas variáveis surgiram e, por isso, a decisão sobre o retorno parece que está sendo postergada. Enquanto isso, as empresas e seus executivos seguem atuando para conquistar mercado e gerar negócios”, afirma Jean Paraskevopoulos, sócio-líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Questionados quanto ao modelo de trabalho que pretendem manter, os respondentes indicam que o home office será uma tendência mantida. Vinte e nove por cento pretendem manter até três vezes por semana, e 11% até cinco vezes, enquanto 15% não pretendem continuar com o trabalho remoto.

As medidas de combate à disseminação do vírus continuam e se destacam no estudo, 37% manterão o uso de máscara de proteção e utilização de álcool em gel mesmo com a vacinação.

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