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Como se defender e responder a ciberataques

Estudo da KPMG faz levantamento dos principais ataques e como se defender.

fios de luz formando um caminho

13 de setembro de 2021


Com o trabalho remoto imposto pela pandemia, houve uma ampliação no uso de ferramentas e serviços de comunicação. Com isso, empresas passaram a se preocupar mais com a extensão das suas redes até as casas de seus colaboradores, o que se tornou um terreno fértil para ataques cibernéticos.

Para auxiliar as organizações a identificar possíveis ataques e se defender, a KPMG lançou a publicação O novo modelo de ransomware (The changing shape of ransomware). Em que analisa as ameaças crescentes do ransomware e traz orientações sobre como reagir rapidamente e dar uma resposta satisfatória aos stakeholders.

O ransomware, um software malicioso que bloqueia o acesso a um sistema de computador até que seja pago um valor em dinheiro, pode gerar custos tangíveis e intangíveis para as empresas. O que pode levar a uma perda de reputação e confiança.

Segundo o estudo, em 2020, os respondentes reportaram um aumento de 100% no número médio de pedidos de resgate em comparação a 2019. 41% desses ataques reportados eram ransomware.

Os ataques acontecem a partir das vulnerabilidades presentes nos sistemas das organizações, mas ações de prevenção podem reduzir a possibilidade de uma ocorrência desse tipo, como:

  • Avaliar o básico;
  • Promover treinamento e conscientização;
  • Fazer a avaliação de trabalho remoto;
  • Realizar Penetration Testing;
  • Manter backups seguros;
  • Exercitar as respostas a incidentes.

Para conferir todos os insights da pesquisa, clique aqui.

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