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O impacto da pandemia no setor de habitação na América Latina

Artigo da KPMG aborda o cenário e os desafios trazidos pela crise sanitária.

vista de uma cidade cheia de prédios do alto

02 de setembro de 2021


A pandemia de covid-19 afetou o segmento da habitação. Especialmente na América Latina, a crise sanitária trouxe novos desafios e reflexões sobre a atual conjuntura econômica da região.

Diante desse cenário, a KPMG no Brasil produziu o artigo “Perspectivas da habitação na América Latina: os desafios que transcendem uma crise global”, que traz uma ampla visão sobre a habitação nos países latino-americanos, novas tendências e novos modelos no contexto pós-pandemia.

A publicação destaca que, com exceção do Brasil, os principais desafios para América Latina são a reativação do mercado, a subvenção ao investimento e a diversificação estratégica de produtos.

O setor de habitação, no entanto, já começou a se adaptar à nova realidade com o objetivo de atender às novas necessidades dos consumidores como:

  • A revisão da tendência de apartamentos cada vez menores.
  • A incorporação de espaços de coworking em áreas comuns ou adição de locais para home office em unidades habitacionais.
  • Aumento na oferta de ambientes mais aconchegantes nas áreas comuns, disponibilizando lugares para “descompressão”.

No Brasil, o artigo aponta para o aquecimento da indústria mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia. Com a menor taxa de juros da história do país, os brasileiros passaram a investir em fundos imobiliários.

O mercado brasileiro conseguiu se manter aquecido devido às famílias que possuíam economias e substituíram o investimento financeiro pela qualidade de moradia. A demanda por compra ou a troca de apartamentos por casas cresceu no Brasil.

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

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