Você não tem permissão para ver essa notícia

Os principais fatores de risco para as empresas abertas brasileiras

Estudo da KPMG sobre gerenciamento de riscos destaca os impactos da pandemia da Covid-19 na divulgação e no cenário de riscos corporativos.

homem escalando uma montanha vestido com roupa esportiva e equipamento de segurança

24 de junho de 2021


Em sua 6ª edição, o estudo “Gerenciamento de Riscos”, realizado pelo ACI Institute em parceria com o Board Leadership Center da KPMG no Brasil, revela que a pandemia de Covid-19 e as questões ESG (ambientais, sociais e de governança) estão entre os principais fatores de risco mencionados pelas empresas abertas brasileiras em vários setores de negócios.

A análise foi feita a partir de dados públicos divulgados nos formulários de referência (FR) de 241 empresas abertas do País. Para a classificação dos riscos reportados foram consideradas 54 categorias, incluindo a inédita  “Covid-19, pandemias e saúde pública”, que foi citada por 57% das companhias.

Já as questões socioambientais foram mencionadas por 66% das empresas – um crescimento de 10 pontos percentuais em comparação com a edição anterior do estudo, divulgada em 2020.

Reportados por mais de 90% das organizações, os três principais fatores de risco foram os regulatórios (95%), as condições econômicas e de mercado (92%) e os riscos aos acionistas (91%). Outros cinco fatores foram mencionados por mais de 80% das companhias, são eles: riscos operacionais (87%), riscos financeiros e de caixa (86%), riscos jurídicos (85%), concorrência (85%) e riscos associados à execução da estratégia de negócios e/ou plano de investimentos (83%).

Clique aqui para acessar o estudo completo e confira todos os detalhes.

()