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Sobrevivendo à tempestade do Vale do Silício

Estudo da KPMG mostra como a indústria automotiva é afetada pela falta de semicondutores.

ilustração do planeta terra com formas geométricas em volta como se fosse uma rede de energia

15 de junho de 2021


Continua preocupante a escassez global de semicondutores, iniciada no final de 2020. Com impacto na fabricação de vários tipos de produtos, de smartphones a eletrodomésticos, a falta desses componentes prejudica fortemente a indústria automotiva, de acordo com a publicação Surviving the silicon storm, lançada pela KPMG.

O estudo informa que a indústria automotiva compra 10% da produção global de semicondutores. Diante da queda no fornecimento de chips usados nos veículos, as montadoras reduziram sua produção. Houve uma queda de 80% nas vendas globais de automóveis, com impacto nas receitas do setor.

A publicação da KPMG sugere aos fabricantes de automóveis algumas ações para enfrentar essa escassez. Uma das sugestões é colaborar diretamente com fornecedores de semicondutores, compartilhando com eles planos e previsões de longo prazo.

Outra proposta é avaliar a realização de investimentos na fabricação de chips, como fazem muitas empresas de produtos eletrônicos de consumo. O estudo propõe, ainda, otimizar a cadeia de suprimentos de semicondutores.

Acesse a publicação aqui.

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