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Advisory

Qual é o perfil do hotline no Brasil?

Confira os principais destaques do evento de lançamento da pesquisa realizada pela KPMG.

26 de maio de 2021
ilustração de um dado com o simbolo arroba em cada face

Estabelecer uma rede segura de comunicação com os colaboradores, fornecedores, clientes e profissionais que estão em contato com os negócios é fundamental para prevenir a corrupção e promover as boas práticas. E o Hotline entra em cena para promover essa conexão.

Na abertura do evento de Lançamento da 2ª edição da pesquisa Perfil do Hotline no Brasil, que aconteceu no dia 20 de maio, Emerson Melo, sócio-líder da prática de Forensic da KPMG no Brasil, destacou que, além de ter um canal de denúncias, é preciso investigar as ocorrências reportadas.

Entre as 60 empresas que participaram da construção do estudo, 85% possuem um canal de denúncias. Dessas, 22% investem mais de R$ 60 mil por ano e têm uma plataforma específica para a função, e 16% investem entre R$ 24 mil e R$ 36 mil.

“O processo do Hotline não deve parar na plataforma, é necessário ter uma estrutura para investigar as ocorrências e, assim, ter um controle efetivo. Precisa ter um protocolo de apuração estabelecido, porque o Hotline é um controle poderoso se bem utilizado”, explicou Roberta Porto, Compliance Officer da Fundação Renova.

Investigação

Os dados do estudo mostram que o canal de denúncias pode contribuir diretamente para reduzir em até 50% os desvios dentro das empresas. As denúncias mais comuns (48%) são as relacionadas a conduta e comportamento. Muitas vezes, são casos que precisam de evidências e até entrevistas para concluir se o caso é procedente ou não, por isso a necessidade de uma investigação detalhada, segura e livre de juízo de valores.

Carolina Paulino, sócia da prática de Forensic da KPMG no Brasil, abordou a questão do tempo necessário para concluir as apurações de ocorrências reportadas no Hotline. De acordo com a sócia, cada caso terá sua complexidade de apuração, e o tempo dependerá disso. Questões comportamentais podem levar menos dias de investigação do que uma denúncia de corrupção envolvendo uma operação da Polícia Federal, por exemplo.

Monitoramento e prevenção

Os especialistas atentaram para os dados de governança que o estudo apresenta. A maioria das empresas analisadas tem o compliance como principal área de atendimento para denúncias relacionadas a desvio de conduta e assédio (32%) e a área de auditoria interna (39%) para apurar relatos de origens não comportamentais.

A capacitação do time que apura as ocorrências é fundamental, porque, a partir da expertise do time de investigação, é possível promover apurações mais objetivas e assertivas, mantendo o devido sigilo e confidencialidade dos dados tratados.

Clique aqui e confira todos os insights da pesquisa Perfil do Hotline no Brasil.

 

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