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Proteção de dados digitais

Segundo dia do Risk Journey apresentou os principais riscos digitais e estratégias para mitigá-los.

16 de abril de 2021

Diversas empresas digitalizaram dados para melhorar seus processos devido à pandemia. Dessa forma, o trabalho remoto fica muito mais ágil e com as informações disponíveis a qualquer momento para todos os profissionais.

“Dados são os grandes ativos das empresas”, explicou Leandro Augusto, sócio-líder de Cyber Security da KPMG no Brasil e América do Sul, na websérie Risk Journey, que aconteceu em 8 de abril e trouxe o tema “Cyber Risk: o que ainda não foi contado”.

Para lidar com a questão, o sócio detalhou algumas metodologias que ajudam a mitigar riscos, entre elas a Cyber Risk Quantification, criada pela KPMG, que traça a melhor estratégia para encontrar o risco e reduzi-lo de forma efetiva.

Samara Schuch, sócia-diretora de Cyber Security da KPMG no Brasil, também participou do evento e destacou a importância da adequação das empresas para uma melhor a governança das práticas de proteção de dados pessoais e segurança da informação, apresentando o tema “Proteção de dados: muito além da LGPD”.

“A governança é o alicerce de todo programa de privacidade e proteção de dados pessoais”, destaca a sócia. Ela explica que, após a adequação e com os novos processos implementados, a empresa deve continuar a mapear possíveis riscos para ter uma tomada de decisão baseada em dados atualizados, o que melhora a estratégia e o investimento dos negócios.

 

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