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Private Enterprise

O poder das mulheres nas empresas familiares

Saiba mais sobre o estilo de liderança das mulheres.

16 de março de 2021
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O debate sobre a desigualdade de gênero vem sendo vencido ano após ano, mas ainda existem muitas barreiras a serem ultrapassadas para a conquista completa da equidade de gênero. Não é novidade que as mulheres têm habilidades e estilos de liderança únicos e transformacionais, que são primordiais para a performance da empresa, mas na corrida da ascensão empresarial ainda esbarram em questões relacionadas a gênero quando se é avaliada a linha tênue que envolve trabalho e vida pessoal e, apesar de ser um tema muito presente nas discussões sobre igualdade de gênero, ainda podem-se verificar características mais acentuadas na carreira das mulheres de empresas familiares. Isso é o que revela o estudo “O poder das mulheres na empresa familiar”.

A publicação é o segundo artigo feito com bases nos insights da Pesquisa Global de Empresas Familiares STEP 2019, e avalia o poder das mulheres nessas organizações, mostrando como elas estão desafiando estereótipos de gênero e utilizando suas habilidades únicas para contribuir bons negócios. Uma das conclusões é que as características inatas das mulheres como protetoras e cuidadoras se traduzem no papel de “diretora emocional”, um fator de sucesso e perenidade da empresa familiar.

A análise aponta que essas mulheres têm habilidades e uma visão ímpar que as tornam gerentes e líderes holísticas. No entanto, elas também continuam a lidar com conflitos de papéis para abrir seu próprio caminho na empresa e na família, resistindo ao fato de muitas vezes não serem designadas aos papéis mais importantes.

Na questão da sucessão, a pesquisa conclui que existe um padrão em algumas regiões baseado no gênero e preferência pela primogenitude na família, mas este é um padrão que está sendo desafiado. Foi analisado também, que quando uma mulher chega a CEO, há maior chance de que seja sucedida por outra mulher. O estudo considera, porém, que, à medida que as gerações futuras se tornam mais envolvidas no negócio, as decisões de sucessão das empresas familiares são cada vez mais orientadas pelo mérito, capacidade e vontade.

Outro insight importante gerado pela pesquisa se refere às cotas. Embora não sejam consideradas como a resposta ideal para alcançar maior diversidade de gênero, elas podem ser um ponto de partida para a criação de novos modelos de papéis femininos. Mas, de acordo com o estudo, ainda serão necessárias práticas e políticas organizacionais que promovam a justiça e minimizem o preconceito.

Clique aqui para acessar a íntegra do estudo.

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