Você não tem permissão para ver essa notícia

Integridade corporativa

Programas de conformidade reduzem os riscos de fraudes em períodos de crises

ilustração de um homem usando terno segurando duas paredes ao seu redor

23 de fevereiro de 2021


Em cenários de incertezas, as organizações enfrentam desafios maiores para reforçar seu valor, pois é quando os criminosos podem encontrar mais brechas para cometer delitos. Nesses momentos, as empresas precisam comprovar para clientes, profissionais e agências fiscalizadoras a importância que depositam na construção de uma marca fundamentada em pilares éticos e sólidos.

É o que aponta o relatório Integridade na Adversidade: Elevando o Padrão Corporativo em Tempos de Incertezas, publicado recentemente pela KPMG. De acordo com a publicação, os crimes mais comuns a que as empresas estão submetidas são as fraudes, que podem se apresentar em três diferentes categorias: suborno e corrupção, apropriação indevida de ativos e fraude nas demonstrações financeiras.

O relatório destaca dez elementos que compõem um programa eficiente de integridade e conformidade para cobrir todas as formas de mau comportamento corporativo, interno e externo. São eles:

1. Um código de conduta que articula os valores e padrões da organização.
2. Um diretor de ética ou compliance de nível sênior.
3.Investigações de antecedentes de funcionários em potencial.
4. Due diligence de terceiros.
5. Treinamento e comunicação de seu código de conduta.
6. Monitoramento e auditoria de conformidade dos funcionários quanto ao código de conduta.
7. Linha direta confidencial e anônima para denunciar condutas impróprias.
8. Políticas para responsabilizar funcionários e gestores por violações do código de conduta.
9. Reconhecimento e incentivos pautados nos princípios de conduta ética.
10. Executar procedimentos de apuração e investigação corporativa e aplicar medidas disciplinares com consistência.

Segundo uma pesquisa da KPMG, 96% das empresas com um programa abrangente responderam que a disposição para tolerar má conduta é mínima. Já para as organizações que não dispõem de um programa como esse, a tolerância para má conduta aumenta para 57%.

Para acessar a publicação e conhecer mais sobre os serviços de Foresinc, clique aqui.

()