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ACI

Um debate sobre os riscos emergentes

Confira como foi o KPMG Live com os líderes do ACI Institute

3 de fevereiro de 2021
foto de 2 homens e 2 mulheres. Lado a lado. Todos de roupa mais social

“Nunca estivemos em um ambiente tão volátil de negócios. Todos os anos surgem novos riscos, e o ACI está sempre monitorando essas tendências, sempre trazendo um pouco de visão de futuro”, ressaltou Franceli Jodas, sócia-líder de Power & Utilities da KPMG no Brasil, na abertura do primeiro KPMG Live do ano, realizado ao vivo no dia 28 de janeiro.

E foi para debater os desafios e as oportunidades advindas dos riscos emergentes para 2021 que Franceli e Jean Paraskevopoulos, sócio-líder de Clients & Markets da KPMG no Brasil e na América do Sul, receberam Sidney Ito, CEO do ACI Institute Brasil e sócio de consultoria em Riscos e Governança Corporativa da KPMG no Brasil, e Fernanda Allegretti, sócia-diretora do ACI Institute e de Markets da KPMG no Brasil.

O ACI é uma iniciativa global da KPMG. No Brasil, o instituto já atua há 16 anos. O propósito do instituto é fomentar discussões relacionadas a práticas de governança corporativa junto a membros de conselhos de administração, conselhos fiscais e comitês de auditoria. Recentemente, o ACI realizou um mapeamento com membros desses conselhos e sócios da KPMG especialistas em diferentes assuntos. O resultado está na publicação recém-lançada Top Emerging Risks 2021.

Durante o programa, Ito destacou que os riscos ligados à tecnologia da informação foram os mais recorrentes no levantamento, sendo os quatro principais relacionados a uso de dados, vieses na inteligência artificial, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e desafios do Open Banking e do PIX.

Os riscos ligados a ESG (Environmental, Social and Governance) também foram abordados no programa. Segundo Fernanda, a pandemia acelerou a discussão sobre o tema. “Nós conseguimos ver ESG de uma forma mais holística”, explicou, complementando que a questão social passou a ser o foco das discussões.

Sidney Ito ressaltou que a identificação de riscos emergentes e oportunidades inerentes para cada empresa depende do conhecimento profundo do modelo de negócio e do que acontece na indústria. “Se a empresa não estiver por dentro das transformações que estão acontecendo, não consegue visualizar os riscos que podem emergir de 2022 para frente”, diz.

Os participantes traçaram um comparativo entre os riscos no Brasil e os globais, riscos cibernéticos e demonstrações financeiras, entre outros. Confira detalhes desse bate-papo:

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