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Matrizes renováveis em ascensão

Executivos estão otimistas com produção de energia limpa.

25 de outubro de 2018

A 7a Conferência de Energia e Recursos Naturais da América Latina, que ocorreu no Rio de Janeiro em 30 agosto, reuniu representantes do setor para debater as questões atuais e futuras sobre produção, armazenamento e distribuição de energia.

Alguns dos líderes internacionais da KPMG estiveram no evento e apresentaram novas perspectivas quanto ao desenvolvimento regional do setor. Para a líder de Energia e Recursos Naturais das Américas, Angela Gildea, os principais desafios da região nesse aspecto são a manutenção da competitividade frente às mudanças de mercado e o desenvolvimento potencial e conjunto de competências.

Ela ressalta que todos os desafios se relacionam direta ou indiretamente com a transformação digital. “A evolução está em curso, e temos de ter sempre em mente as atualizações”, afirma.

Já Ted Surette, líder global de Power & Utilities da KPMG, observa que o Brasil ainda é muito dependente da produção de energia hidrelétrica, mas caminha para uma mudança de cenário e passa a compreender a importância da obtenção de matrizes energéticas diversificadas e renováveis. “O país não só vai atender às necessidades da população local, mas também contribuir para uma descarbonização mais sustentável da energia e trazer valor para os brasileiros”, esclarece. 

Surette ainda comenta que a Inteligência Artificial pode colaborar nesses processos de transição. Segundo ele, a tecnologia será utilizada para melhorar a produtividade e a vida das pessoas, para ajudar a lidar com a complexidade e com a vasta quantidade de informações disponíveis atualmente.

O líder global de Energias Renováveis, Mike Hayes, acrescenta que estamos no início da jornada rumo à transição do uso de energias fósseis para renováveis. Assim como Surette, ele acredita que esse é um passo importante para reduzir o nível de carbono na produção. “O Brasil é um importante elemento na matriz energética como um todo”, explica Hayes, sobre o potencial do país na produção de energia eólica.

Confira a entrevista completa com os líderes globais do setor:

 

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