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Líderes em debate

Conferência de energia reuniu grandes players da América Latina. Veja como foi.

20 de setembro de 2018

O Rio de Janeiro foi palco da 7a Conferência de Energia e Recursos Naturais da América Latina, evento realizado pela KPMG no dia 30 de agosto com a presença de quase 400 participantes, entre eles os principais tomadores de decisões do setor.

“Tratamos de temas objetivos para que vocês possam encarar os desafios e trazer para o ambiente do negócio algo pragmático e assertivo”, comentou Anderson Dutra, sócio-líder de Óleo e Gás da KPMG no Brasil, ao abrir o evento junto com a sócia-líder de Power & Utilities, Franceli Jodas. Na ocasião, a sócia afirmou que, com as energias renováveis e a inserção de novas tecnologia disruptivas, “o amanhã será completamente diferente”.


O evento contou com a participação do sócio-líder de Energia e Recursos Naturais da KPMG no Brasil, Manuel Fernandes. Ele traçou um panorama geral do setor e trouxe um comparativo das mudanças e temas tratados na edição anterior do evento. Também comentou a importância do desenvolvimento de outras matrizes energéticas renováveis para reduzir a dependência do país em energia hidrelétrica.  “Nessa jornada em busca de uma energia mais sustentável, precisamos também ganhar eficiência em óleo e gás”, acrescenta. 
 

Plenárias

A primeira palestra, Perspectivas globais para o setor de energia, foi ministrada pela líder global de Energia e Recursos Naturais da KPMG, Regina Mayor. Ela ressaltou as mudanças que impactam diretamente os processos do setor, especialmente as demográficas e tecnológicas. Ao falar sobre o otimismo com o futuro, Regina explicou: “queremos oferecer ferramentas, conhecimentos e insights para liderar as mudanças”.

Amilcar Guerreiro, diretor de Estudos de Energia Elétrica da EPE, conduziu a palestra Cenário de energia no Brasil: Principais desafios. Com foco no panorama atual do uso de recursos renováveis, ele mencionou alguns desafios e necessidades nesse cenário, como o desenvolvimento de novos procedimentos de planejamento e operação, ajustes regulatórios que permitam a abertura de mercado e melhor sistema de precificação, investimentos em projetos de geração e atratividade dos leilões de transmissão.

Já o cientista político norte-americano e diretor do Eurasia Group, Christopher Garman, traçou um cenário geopolítico da América Latina caracterizado por sistemas regulatórios complexos, descontentamento e reprovação dos governantes.

Ele ainda falou sobre a influência do período eleitoral para o país e quais políticas públicas podem colaborar para o crescimento do Brasil. “As dúvidas políticas pedem um cuidado dos CEOs, uma vez que, apesar da crise política, muito foi feito no ambiente regulatório com efeitos positivos”, comentou o cientista político.

Regina Mayor: mudanças tecnológicas e demográficas impactam o setor.
 
Amilcar Guerreiro destaca os principais desafios do setor de energia.

Christopher Garman também mediou o painel Desafios e perspectivas das empresas, com participação de André Clark, CEO da Siemens no Brasil; José Firmo, presidente do IBP; e Ruben Fernandes, CEO da Anglo American. Agenda regulatória, riscos políticos, investimentos do setor privado e cenário eleitoral foram temas do painel. “Existem discussões de planejamento e sobre o que o Brasil quer ser em termos de ocupação espacial”, pontuou André Clark sobre as regulamentações.

Para encerrar a manhã do evento, Oliver Cunningham, sócio-líder de Innovation & Transformation da KPMG no Brasil, mediou o painel Jornada da transformação digital: agilidade, a única variável controlável. “Transformação digital é tecnologia, mas ela é feita para as pessoas”, esclareceu Cunningham, durante o debate sobre o impacto da inovação tecnológica na indústria de energia. 

Painéis temáticos
Ao longo do dia, os painéis colaboraram para ampliar o conhecimento do público. “Há muito foco em melhoria de processos internos, por exemplo, como a tecnologia solar, que faz com que os consumidores também sejam produtores”, comentou Frank Meylan, sócio-líder de Cognitive & Customer Experience da KPMG no Brasil. Ele conduziu o debate A tecnologia e o protagonismo do cliente nas distribuidoras, com participação de Márcia Sandra, diretora de Mercados da ENEL; Ted Surette, líder global de Power& Utilities da KPMG; e Luís Albinati, business development manager da Microsoft. O painel tratou de tecnologias disruptivas, buscando as perspectivas dos participantes.

Já o painel “Os riscos cibernéticos no setor elétrico. Estamos prontos para a era digital? deu continuidade aos debates sobre tecnologia. “Se não tratarmos da cyber security como parte do negócio, haverá grandes problemas”, comentou Leonardo Ovidio, gerente de cyber security e segurança da informação da Brookfield Renewable Energy Group. Ele participou do debate mediado por Rodrigo Milo, sócio-diretor da área de Cyber Security da KPMG no Brasil, com a presença de Geraldo Fonseca, senior information security specialist da NOS, e Paulo Roberto Antunes, gerente de engenharia de aplicação da Siemens.

A programação contou, ainda, com a palestra de José Mauro Coelho, diretor da EPE, sobre O planejamento energético integrado em uma era de transição e os demais destravamentos regulatórios para o fomento da indústria.

Os participantes puderam acompanhar, também, os painéis temáticos A visão do investidor: oportunidades e tendências; Disrupção: tecnologias e novos modelos de negócios; e Inovação no setor de mineração.

A programação foi encerrada com uma palestra de Martha Gabriel, escritora e consultora nas áreas de marketing digital, inovação e educação, falando sobre sobre Inovação e transformação digital.


Diversidade no setor

O KNOW (KPMG’s Network of Women), iniciativa criada para promover a carreira de lideranças femininas, foi destaque no evento. Mulheres representantes de empresas referência no setor de energia participaram de um café da manhã acompanhado de uma programação de apresentações de lideranças da KPMG e um painel de discussões intitulado A importância da diversidade de gênero no contexto da inovação e transformação dos negócios.

O painel foi mediado pela líder do KNOW e sócia-líder de Inclusão e Diversidade da KPMG no Brasil, Patrícia Molino, com a participação de André Clark, CEO da Siemens no Brasil, e Clarissa Lins, conselheira de administração de empresas do setor de energia e fundadora da consultoria Catavento.

Entre os temas abordados, o debate tratou da importância da diversidade e dos desafios enfrentados pelas executivas para chegarem à liderança das empresas. “Precisamos atrair mulheres para os segmentos mais valorizados e conectados com o futuro. Isso é absolutamente urgente no Brasil”, afirmou Patrícia.

Patrícia Molino (ao centro) destaca a necessidade de mais mulheres em segmentos conectados com o futuro.

O presidente da KPMG no Brasil, Charles Krieck, destacou que a diversidade é um pilar para os negócios. “Proporciona um ambiente inclusivo com ideias diferentes, e todos ganham”, comentou.

Conferência reuniu tomadores de decisões do setor de energia.

Acompanhe a programação para conferir, em breve, mais depoimentos e entrevistas com lideranças da KPMG no Brasil e no mundo. Não perca!

 

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