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Quais são os principais fatores de riscos para as empresas abertas no Brasil?

Em nova edição, estudo desenvolvido pelo ACI Institute e o Board Leadership Center analisa dados de 279 companhias.

mergulhador no fundo do mar

18 de julho de 2022


Em um cenário de incerteza global, a agenda dos Administradores precisa endereçar cada vez mais riscos, com o objetivo de mitigação ou otimização. Os desafios ainda presentes da pandemia, o conflito entre Rússia e Ucrânia, os severos lockdowns na China, a inflação e a proximidade das eleições no Brasil influenciam a tomada de decisão nas organizações.

A sétima edição do estudo “Gerenciamento de Riscos: os principais fatores de risco divulgados pelas empresas abertas brasileiras”, produzida pelo ACI Institute e o Board Leadership Center da KPMG no Brasil, avaliou formulários de referência divulgados por 279 companhias em 2021 – totalizando 7.032 riscos – e traz um importante panorama nacional das principais preocupações das empresas abertas sobre a gestão de riscos.

O ambiente regulatório e as instabilidades político-econômicas aparecem na dianteira. Entre as empresas abertas analisadas, 95% mencionaram os riscos regulatórios; 94% citaram as condições econômicas e de mercado internas; e 65% reportaram riscos relacionados às condições econômicas e de mercado internacionais.

As questões de ESG seguem entre os pontos de atenção para as organizações. A tendência é que o reporte desses fatores de riscos não só aumente, como também se torne mais transparente e completo com a consolidação de parâmetros internacionais para divulgações corporativas relacionadas ao tema.

Os riscos socioambientais foram citados por 71% das companhias, mesma porcentagem de empresas que apontaram fatores relacionados a recursos humanos. O risco de governança inefetiva foi mencionado por 63% – um aumento considerável em relação aos 49% da edição anterior. Já as questões ligadas à Covid-19, pandemias e saúde pública foram destacadas por 72% das empresas.

A tecnologia da informação aparece como risco nos formulários de referência de 79% das companhias, representando um aumento de 12 pontos percentuais em comparação à edição anterior, em que esse fator foi mencionado por 67%. A expansão dos ataques cibernéticos, o avanço do 5G e o metaverso influenciam essa preocupação com novos riscos.

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